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because here cannot cry

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otav1

sinto que pus um caju verde na boca. e meus vizinhos se despedaçavam feito ovo em testa de marmanjo. como uma aranha que sobe por dentro do umbigo da gente e apreende a boca. Todo dia acordar e ver que a estrada continua cheia de gelo faz qualquer um respirar fundo e rezar. uma ladainha de réplicas. um santo superior.

nossos corpos estendidos na beira da praça. Um respira na frequência do outro porque se invadiram. como orquídea se desabrocha com água quente. solta água os grãos de açúcar granulado na panela. corpos em caramelo arfam por mais uma contração.

O homem chora no canto superior da mesa. E alguém não ri na beira do rio.